fbpx Conheça as principais doenças do outono e saiba como se prevenir - Sidesc
Em meio à chegada do outono, as baixas temperaturas vão ganhando cada vez mais espaço. Isso é suficiente para que algumas complicações de saúde se intensifiquem, entre elas as doenças infecciosas transmitidas por vírus e bactérias – gripe, resfriado, sinusite, faringite e pneumonia. Isso acontece, principalmente, pelo fato de que nessa época as pessoas ficam em lugares fechados e com aglomeração, o que facilita a disseminação de micro-organismos.

 

Se as doenças do outono citadas acima são familiares para você, que tal fazer com que elas fiquem bem distantes da sua família este ano? Para isso, é bem importante entender cada uma delas e colocar em prática alguns cuidados que são decisivos para evitar a proximidade com os vírus e bactérias transmissores. Separamos todos os detalhes neste artigo.

 

Gripe e resfriado

Esses dois termos costumam gerar bastante confusão. É bem comum se deparar com pessoas que dizem estar com gripe, mas no fim das contas é apenas um resfriado. Essa confusão acontece pelo fato de que os sintomas da gripe e do resfriado são semelhantes.

 

Gripe: é causada por um vírus. Entre os sintomas principais estão febre alta, dor de garganta, coriza, dor de cabeça, tosse seca e dor muscular. Eles ficam mais evidentes conforme a doença progride e, geralmente, se mantêm de três a cinco dias após o desaparecimento da febre.

 

Resfriado: também é causado por vírus, mas não são os mesmos da gripe. Entre os sintomas estão coriza, tosse, dor no corpo, congestão nasal e dor de garganta. A grande diferença é que os sintomas são mais leves e duram menos tempo, entre dois e quatro dias. Quando ocorre febre, ela é em temperatura mais baixa.

 

Sinusite

Quando as mucosas dos seios da face inflamam, ao redor do nariz, maçãs do rosto e olhos, chama-se isso de sinusite. Entre os sintomas estão dor de cabeça na área do seio da face mais comprometido, obstrução nasal que dificulta a respiração, dores musculares, febre e cansaço. Gripes, resfriados e processos alérgicos costumam facilitar o aparecimento de sinusite.

 

Um detalhe bem importante é que a sinusite pode se tornar crônica se não for devidamente tratada. Por isso, é bem importante agendar uma consulta médica para colocar em prática o tratamento médico mais adequado.

 

Faringite

Outra complicação que faz parte das doenças do outono é a faringite, que pode ser viral ou bacteriana. De todo modo, em ambos os casos ela costuma gerar dor intensa nos dois lados da garganta, dificultando para ingerir líquidos e alimentos, além de febre, dor de cabeça e dor muscular. Um exame laboratorial é capaz de detectar a presença da bactéria causadora da faringite. Se há sintomas, mas não há bactéria, o diagnóstico pode envolver a faringite viral.

 

Pneumonia

Bactérias, vírus, fungos e reações alérgicas são capazes de gerar pneumonia. Essa infecção se instala nos pulmões e apresenta sintomas como: febre alta, dor no tórax, falta de ar, tosse, fraqueza, mal-estar generalizado, secreção de muco de cor amarelada ou esverdeada. Existem alguns fatores de risco capazes de aumentar a incidência, entre eles estão o fumo, as bebidas alcoólicas, o ar-condicionado, mudanças bruscas de temperatura e resfriados mal cuidados.

 

Como evitar as doenças do outono

Todos estamos propensos às doenças do outono, mas existem algumas atitudes diárias capazes de minimizar os riscos. Elas são fáceis de colocar em prática, o segredo é torná-las um hábito. Veja:

 

– utilizar lenço descartável para limpar o nariz;
– ingerir, pelo menos, dois litros de água por dia;
– não compartilhar objetos de uso pessoal – toalhas, talheres, pratos e copos;
– manter os ambientes bem ventilados;
– lavar as mãos frequentemente (se não houver água corrente, usar álcool gel 70º);
– cobrir o nariz com a área interna entre o braço e o antebraço ao tossir e espirrar.

 

No fim das contas, se mesmo aplicando cada um dos cuidados acima você apresentar sintomas das doenças do outono, procure orientações médicas. Embora muitas pessoas costumem se automedicar, isso pode mascarar os sintomas de uma complicação mais grave. Consulte a rede de profissionais associados ao Sidesc Saúde.

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